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Bateria da Mangueira levantou o público no Sambódromo

A Mangueira abriu no domingo, 13, mais uma noite de ensaios técnicos no Sambódromo. E o ensaio começou bem, com a comissão de frente comandada por Marcelo Chocolate – coreógrafo estreante na verde e rosa – muito bem  ensaiada, cantando o samba sobre Cuiabá a plenos pulmões, e sendo aplaudido efusivamente pelo público, o maior registrado na atual temporada pré-carnavalesca.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, formado por Raphael Rodrigues e Marcella Alves, usando a fantasia do último Carnaval, mostrou a competência de sempre.

A tão aguardada divisão da bateria em dois grupos – ousadia que a escola apresentará no espetáculo deste ano – levantou o público. Divididos pelo carro de som, os dois grupos de ritmistas não tocavam ao mesmo tempo. E quando se dava a alternância, o público delirava. Mas a saída da bateria do boxe quase em frente ao setor 1 das arquibancadas foi tumultuada. Os responsáveis pela harmonia não seguraram as alas posicionadas à frente dos ritmistas e foi aberto um espaço da pista, entre o setor 1 e o setor 5. Se o deslize fosse no dia do desfile, a escola poderia ser penalizada.

Outro problema que a Mangueira mostrou foi a irregularidade no canto dos componentes. Em muitas alas, muitas pessoas sequer sabiam o refrão do samba, como por exemplo, nas alas “Depois digo”, “Eles e elas”, “Nós somos assim”, “Aliados”, “Manto sagrado”, “Somos Mangueira”, “Botequim da cachaça” e “Impossíveis”.

O samba foi muito bem defendido por Luizito, Zé Paulo Sierra e Ciganerey.

A Estação Primeira será a segunda escola a desfilar na Segunda-Feira de Carnaval. Tentará o título com o enredo “Cuiabá, um paraíso no Centro da América”, do carnavalesco Cid Carvalho.

Fotos Ricardo Almeida/Divulgação

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Written by Redação TDS

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