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Mangueira empolgou, mas pode perder pontos em alguns quesitos

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Com clara falta de recursos para apresentar alegorias e fantasias luxuosas à altura das mostradas por outras grandes escolas, a Mangueira fez um desfile empolgante ao decidir fazer grandes “paradonas” da bateria no meio de sua apresentação. Ano passado, a escola já havia feito longas e sucessivas paradinhas de cerca de um minuto. Desta vez, a ousadia do presidente Ivo Meirellos foi maior: três minutos, uma passagem completa do samba. Nesse tempo, o grupo formado por Luizito, um dos intérpretes oficiais, Dudu Nobre, Alcione e Xande, do Revelação, se revezava na cantoria, desfilando num tripé que simulava uma roda de samba.

Mas se a tática foi um sucesso para o público, que vibrava, extasiado, pode representar um problema para a escola quando forem conhecidas as notas dos julgadores, já que a empolgação dos componentes diminuía no momento em que o som da roda de samba ecoava pelo Sambódromo. Resta saber como julgadores, principalmente de harmonia e evolução, encararam a novidade. Outra inovação foi que Raphael Rodrigues e Marcela Alves se apresentaram no meio da bateria.

Cid Carvalho, que desenvolveu muito bem o enredo sobre o bloco Cacique de Ramos, apesar do pouco investimento financeiro da escola nítido na parte plástica do desfile.

Renata Santos, a linda e simpática rainha de bateria, brilhou mais uma vez. Beth Carvalho também desfilou. Figuras importantes na história do Cacique, ela e Jorge Aragão estavam no tripé utilizado como elemento cênico da comissão de frente comandada por Jaime Aroxa.

 

Fotos: Divulgação/RIOTUR

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