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Tijuca: menos ousada do que de costume, mas na briga pelo campeonato

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Responsável pelos mais empolgantes momentos dos desfiles das escolas de samba nos últimos anos, o carnavalesco Paulo Barros, como havia prometido desde a escolha do enredo em homenagem a Luiz Gonzaga, não preparou nenhuma grande inovação para incendiar a plateia na passagem da Unidos da Tijuca pelo Sambódromo, como a penúltima do segundo dia de desfiles do Grupo Especial. Isso não quer dizer, entretanto, que a qualidade do trabalho dele tenha tirado a escola da briga pelo título.

A agremiação fez um desfile perfeito tecnicamente, com alegorias e fantasias criativas e bem confeccionadas, com boa apresentação da bateria, e com a comissão de frente muito criativa. Os coreógrafos Rodrigo Negri e Priscila Motta comandou o grupo fez referência ao fole de Gonzagão, em tubos dourados, onde os componentes entravam, e, à medida que se movimentavam proporcionavam um efeito interessante plasticamente, de várias “sanfonas humana”. O profissional responsável pela técnica, contratado pela escola em Orlando, no Estados Unidos, também entrou em cena, dentro de uma mola maior, colorida, da mesma cor que macacões usados pela comissão, após a troca dos figurinos sertanejos com os quais começava. A apresentação arrancou efusivos aplausos da plateia.

Componentes representando personagens como Pelé, Michael Jackson, Xuxa, Elvis Presley, Roberto Carlos e Priscila, a Rainha do Deserto, esta segurando uma placa com a pergunta ”E agora, entenderam?”, estiveram em quatro pontos diferentes do desfile, dentro da proposta do enredo, que era a de coroar Luiz Gonzaga na Sapucaí.

A bateria fez apresentação correta, misturando o baião ao samba e com bossas comandadas por mestre Casagrande. Outro ponto forte foi o canto da componentes.

 

 

Fotos: Divulgação/RIOTUR

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