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Futuro de Cid Carvalho deve ser definido nesta sexta, segundo o próprio carnavalesco

Carnavalesco que assinou o desfile da Unidos de Vila Isabel, décima colocada este ano, Cid Carvalho vive a expectativa da definição para 2015. Depois de uma temporada difícil, o carnavalesco garante que saiu do Carnaval passado em frangalhos, muito cansado, e pretende relaxar a partir do fim desta semana. Aliás, sexta-feira, 21 de março, é a data em que, segundo ele, seu futuro deve ser sacramentado.

– Só peguei pauleira nestes últimos anos. Fora muitos problemas, dificuldades administrativas, barreiras financeiras. Tudo o que eu quero é paz no trabalho. Meus desejos são os de um pai, que quer apenas ver o filho bem. Peço a Papai do Céu, aos Orixás, ao Buda, aos Anjos e Santos que este filho possa crescer bem, tratado com amor, comidinha na boca, talquinho, pomadinha. Dificilmente passará desta sexta-feira a decisão sobre o meu futuro – afirmou Cid.

Surpreso por ter recebido várias sondagens e propostas, o artista estabelecia um diálogo até semana passada com a Unidos de Vila Isabel, através de contatos com o presidente de honra, Wilson Alves, o Moisés, e com Rita de Cássia, coordenadora dos ateliês da escola. Entretanto, com a expedição do mandado da prisão de Moisés, determinada pelo juiz da Vara de Execuções Penais (VEP), Carlos Augusto Borges, na última quinta-feira, 13 de março, qualquer conversa ficou mais difícil e a possibilidade de trocar de escola, cada vez mais real.

– Foram dias de muitos encontros e papos ótimos. Meu carnaval ainda não acabou. Mas com o problema ocorrido com o presidente de honra, tudo se perdeu e há quase uma impossibilidade de diálogo com a Vila – observou o artista.

O principal desejo é conseguir um projeto que tenha possibilidade de desenvolvimento tranquilo do trabalho e, claro, de vitória. Em nove anos de Beija-Flor, como integrante da comissão de carnaval, por exemplo, foram quatro títulos, quatro segundos lugares e um quinto lugar. Questionado se, no leque de possibilidades para o futuro, poderia estar uma volta a escola nilopolitana, Carvalho não vê, hoje, possibilidade, embora tenha muito carinho por todos de Nilópolis.

– Não vejo como voltar, porque não fui sondado. Mas a relação com a escola é visceral, sem dúvida, e o carinho de filho que tenho pelo Anísio (Anísio Abraão David, presidente de honra da Beija-Flor) é eterno. Respeito os profissionais que lá estão, trabalhando seriamente, e não creio que seja por aí o meu caminho futuro – finalizou.

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Written by tudodesamba

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