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Beija-Flor: Laíla anuncia novos integrantes da comissão de carnaval

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O insatisfatório 7° lugar alcançado pela Beija-Flor de Nilópolis promete causar algumas mudanças na maior campeã do Século XXI. Pensando na recuperação imediata da Deusa da Passarela, Laíla, diretor geral de harmonia e carnaval da escola, conversou com o Tudo de Samba e evidenciou as primeiras mudanças na comissão de carnaval, que contará com o compositor Cláudio Russo e com coreógrafo Marcelo Misailidis:

-Estou trazendo para a comissão o Cláudio Russo e o Marcelo Misailidis, dois pensadores brilhantes de carnaval. Quero voltar ao conceito de comissão que a gente sempre aplicou. Todos pensando juntos, em união, como a gente sempre fez. Este ano, acabamos centralizando demais as responsabilidades, perdemos a essência da comissão de carnaval. E adianto para vocês que estou apresentando um enredo meu para a direção da escola. Já tenho esse lastro de narrativas. O enredo dos “Caruanas” (1998) é ideia minha, assim como “Agotime” (2001) e “Saco vazio não para em pé” (2003) – confidenciou o diretor.

Marcelo Misailidis, novo integrante da comissão de carnaval e mantido como coreógrafo da comissão de frente, mostra empolgação com o novo projeto e demonstra lealdade a Laíla:

– Eu sou um soldado do Laíla, a serviço total da Beija-Flor. Eu tenho minhas responsabilidades, não posso me dedicar integralmente, mas sou um artista. No que a escola precisar de mim, me disponho a ajudar. Vou colaborar nesse projeto artístico e ousado. O carnaval está burocrático. E se for piração o que o Laíla quer, eu to aí – vibrou Misailidis

Com os projetos para 2015 a todo vapor,  Laíla ainda lamenta o resultado de 2014, num misto de admissão de culpa e sensação de injustiça, diante das justificativas de alguns jurados. Discordando principalmente das notas de samba-enredo, Laíla anuncia que deve enviar um comunicado oficial à imprensa e ao público, refutando algumas justificativas dos jurados do quesito:

-Eu não fujo das minhas responsabilidades. Fui criticado pela fusão do casal com a comissão de frente, mas a minha intenção foi apenas de valorizar o pavilhão. As invenções das comissões têm tirado o protagonismo do pavilhão, acho que é contraproducente ao carnaval. E pude perceber que alguns jurados gostaram da fusão, apenas uma jurada foi rebelde. O 9.7 que tiramos no quarto módulo foi justificado pelas falhas técnicas que tivemos, como o excesso de fumaça e a não elevação de um dos integrantes. Ou seja, sem esses erros que reconhecemos, poderíamos ter obtido um 9.9, pelo menos. No samba-enredo, fomos muito mal julgados. Algumas citações inexistentes foram utilizadas. Será que não se pode inovar? Vamos fazer um documento oficial que será enviado aos órgãos de imprensa e ao público, explicando tudo e nos posicionando de modo mais amplo sobre as justificativas – concluiu Laíla.

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