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Mocidade: ‘O Brasil de La Mancha: Sou Miguel, Padre Miguel. Sou Cervantes, sou Quixote cavaleiro, pixote brasileiro”

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A verde-e-branco da Zona Oeste vai levar pra Sapucaí um enredo desenvolvido por Alexandre Louzada e Edson Pereira. A agremiação será a quinta escola a desfilar no Domingo de Carnaval.

FICHA TÉCNICA

Fundação 10/11/1955
Cores Verde e Branco
Presidente Wandyr Trindade
Quadra Av. Brasil, 31.146 – Realengo – Rio de Janeiro, RJ – CEP 21725-001
Telefone Quadra (21) 3332-5823
Barracão Cidade do Samba (Barracão nº 10) – Rua Rivadávia Correa, nº 60 – Gamboa – CEP: 20.220-290
Telefone Barracão (21) 2516-3215
Internet www.mocidadeindependente.com.br
Imprensa Rodrigo Coutinho
Tel.: (21) 99848-2600

MOCIDADE 2016

Enredo “O Brasil de La Mancha: Sou Miguel, Padre Miguel. Sou Cervantes, Sou Quixote Cavaleiro, Pixote Brasileiro”
Comissão de Carnaval Rômulo Ramos, Marcelo Plácido e Rodrigo Pacheco
Carnavalescos Alexandre Louzada e Edson Pereira (Diretor Artístico)
Diretor de Harmonia Rômulo Ramos
Intérprete Bruno Ribas
Mestres de Bateria Dudu
Rainha de Bateria Cláudia Leitte
Mestre-Sala Diogo Jesus
Porta-Bandeira Cristiane Caldas
Comissão de Frente Jorge Texeira e Saulo Finelon

Autores: Jefinho Rodrigues, Wander Pires, Marquinho Índio, J. Medeiros, Domingos Pressão, Jonas Marques, Paulo Ferraz, Lauro Silva e Lero Pires.
Intérprete: Bruno Ribas

Louco, apaixonado…
Voar, sem limites sonhar…
Desperta Cervantes do sono infinito
Que a luz da estrela vai guiar
Quixote cavaleiro delirante
Avante! Moinhos vamos vencer
Errante acerta o rumo da história
Pras manchas desse quadro remover
Pintar nessa tela a nova aquarela
E hoje enfim devolver
A honra do negro, a tal liberdade
Que sempre haveria de ter

Ainda é tempo eu vou contra o vento
Não há de faltar bravura
De Ramos à Rosa, Machado encontrei
Nos braços da literatura!

Vai na fé… Meu bom cangaceiro
“Ser tão” Conselheiro regando as veredas
Caminhando e cantando, seguindo a canção
Nas mãos uma flor pra calar os canhões
Faz clarear as tenebrosas transações
Lavando a alma da “Mocidade”
Lançando jatos de felicidade
Vencer mais um gigante nessa história surreal
Numa ofegante epidemia a qual chamamos Carnaval
Vem ser mais um guerreiro
Eu sou Miguel escudeiro
Dessa estrela que sempre vai brilhar!

Eu hei de cantar por toda vida
Minha Mocidade, escola querida
Nessa disputa…
Verás que um filho teu não foge à luta! (não)

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