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Unidos de Padre Miguel: carnavalesco diz que diretor de harmonia prejudicou a escola

Após o terceiro lugar na Série A, a Unidos de Padre Miguel não quer abandonar a luta pelo título do Grupo de Acesso em 2015. Para isso, a vermelho e branco da Zona Oeste já trabalha com três opções de enredo, dois deles patrocinados. Com o contrato em vigor, o carnavalesco da escola, Edson Pereira, que assinou os últimos três desfiles da agremiação, fala sobre permanência na Unidos de Padre Miguel, prometendo levar à Sapucaí algumas das melhores alegorias da história do Acesso:

– Tenho ido dormir às 4 horas da manhã. Ainda não parei, até porque tenho meu trabalho na Secretaria de Cultura de Seropédica, além de outras atividades. Temos essas três possibilidades de enredo. Dois deles com aporte financeiro e um autoral. Continuamos na escola e estou empolgado. Vamos para o barracão em que a Rocinha estava, que é um dos melhores espaços físicos desse grupo. Sofri muito com barracão nos últimos anos, em condições insalubres, sem água potável, banheiro e cobertura. Prometo fazer história – garantiu Edson.

Repercutindo o encantador desfile de 2014, o carnavalesco se diz orgulhoso do trabalho realizado. No entanto, aponta falhas na direção de harmonia e critica diretamente o diretor Alcides Lima, o Kenga:

– O nosso desfile foi espetacular, mais um ótimo trabalho. Perdemos por responsabilidade direta do Kenga. Ele foi egoísta, covarde. Fez a escola ficar parada sem necessidade, atrapalhando, e muito, as apresentações do casal e da comissão de frente. Fizemos uma reunião ontem (20), e falei sobre isso com toda a escola – esbravejou o profissional.

Ao todo, a Unidos de Padre Miguel recebeu 27 prêmios de diversos veículos de imprensa especializados, e boa parte deles direcionados ao trabalho de Edson Pereira. Valorizado, o carnavalesco admite propostas de escolas do Grupo Especial, mas reafirma que está bem na escola.

– Tô muito feliz aqui! Recebi convites do Grupo Especial. Mas preferi a cautela. Em todas as vezes que assinei carnavais na elite, não me pagaram, ou tive dificuldades para receber.  Palavras, o vento leva. Aqui recebo em dia e sou respeitado. Poderia ter saído pelo dinheiro, mas trabalho por amor – finalizou o carnavalesco.

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Written by Redação TDS

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